"Amo-te" mais vezes...

26 de jul.
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E se vivêssemos cada momento como se pudesse ser o último?
Imaginam o resultado?
Talvez disséssemos “amo-te” mais vezes.
Talvez pedíssemos perdão mais cedo.
Talvez deixássemos de adiar as conversas que realmente importam.
Foi desta pergunta, e de muitas outras como ela, que nasceu Ritmos do Fim 1: Conversas que Não Matam.
Porque não é a morte que nos paralisa. É o que nunca aprendemos a dizer.




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